Arquivo da categoria: Bebida

Confeitaria Atheneu

Local: Rua Seridó, 515, exatamente no final da Campos Sales, no “largo do Atheneu” (que deixou de ser um largo quando construiram uma rotatória), Petrópolis.

Telefone: (84) 3212-1879

Horário: de segunda-feira a sábado, das 10:30hs até o último cliente.

Estacionamento: só na rua, com flanelinha, absolutamente caótico nos sábados a noite, depois da nove.

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Adendos

Para efeito de esclarecimento (aprendi essa frase no cartório), eu não me proponho a ser um crítico culinário, apenas criei isto aqui como uma lista dos lugares aonde vou, dizendo porquê vou e o que gosto de comer lá.
Obviamente tudo aqui é minha opinião pessoal, pois não há como ser diferente; eu não posso dizer que uma comida é gostosa se eu nunca a comi (e se o fizer, dou crédito a quem disse).
Concomitantemente, se eu afirmar que algo é gostoso, minha palavra só se vale na mesma boca que a pronunciou e não deve ser considerada verdade absoluta. Por exemplo, eu adoro picado e detesto camarão; experiência empírica afirma que o mundo geralmente funciona ao contrário, mas eu tenho meu gosto pessoal e prefiro ingerir sangue talhado, glândulas e entranhas recortadas de animais fedidos a comer artrópodes marinhos, parente das baratas domésticas.

Dificilmente eu escreverei mal sobre um lugar porque, novamente, este blogue é uma lista dos lugares que frequento e recomendo. Há, claro, exceções, mas só achincalharei se o local realmente merecer.
Fora isso, só palavras construtivas.

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Enquete de abertura

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Armazém Gourmet

Local: rua Potengi, 613, entre o CCAB Petrópolis e a Biblioteca Câmara Cascudo (sim, aquilo é uma biblioteca), em frente à lateral do INCRA.

Telefone: (84) 3202-4144

Horário: não faço idéia, só vou lá de tarde e está sempre aberto.

Estacionamento: três vagas na frente, sendo uma para cadeirantes, mas tem muito espaço na rua (tanto de um lado quanto do outro pois não tem comércio imediatamente adjacente), sem flanelinha mas com um vigilante por perto.

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Sápida

Local: lado de fora do hotel Golden Tulip, na esquina da avenida Getúlio Vargas (Ladeira do Sol) com a rua Des. Dionísio Filgueira (continuação da Afonso Pena), Petrópolis.

Telefone: (84) 3202-5478

Horário: não tenho certeza, mas acho que abre às 16 e fecha às 22h, todos os dias (ontem estava aberto). Preciso confirmar.

Estacionamento: algumas vagas na entrada do hotel, mas raras e problemáticas, melhor parar na rua mesmo, sem flanelinha.

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Abertura

Minha língua já ardeu em algumas ocasiões (gosto de comida apimentada), mas nunca como quando eu comi salsicha de frango (modo de falar ou marca de fantasia, pois o que menos há na lista de ingredientes são pedaços que podem ser classificados como “frango”) frita quente, acompanhada de um molho rosé de maionese e Sriracha e depois tomei uma dose ultragelada de Smirnoff Orange Twist.

Não sei se minha língua estava queimando com fogo ou com gelo, pois eu tinha a sensação de ter pincelado a língua com uma poção de capsaicina e mentol, ambos em amostras das mais puras possíveis.

sriracha

Sriracha é um molho (muito) picante feito de concentrado de néctar de ambrosia e filé de extrato de maná de uma safra especial cultivada por Vulcano e adicionado a gemas de ovos de fénix e livre de conservantes (a não ser pelo efeito estabilizante da saliva de dragão).
Recomendo.

otwist

Orange Twist é uma semivodca, uma bebida feita a partir de vodca (37,5% vol para a Smirnoff) mas que contém menos etanol, diluído pela adição de flavorizantes (uma fruta e uma dança, neste caso específico), mas que com 35%gl, ainda mantém um mínimo de moral, diferente da sua prima pobre e retardada, a Smirnoff Caipiroska, que tem a cara de pau de sair por aí com 21%gl fingindo que nada está acontecendo.

Aquela bebida tridestilada com um pouco mais de água do que deveria, produz um dos melhores drinks conhecidos por mim.
E sem muita dúvida, o mais raro.

A raridade de tal elixir se deve ao fato de apenas 33,33% dele ser composto por S. Orange Twist (já não tão comum em supermercados, frequentemente faltando em vários) enquanto 66,66% serem provenientes de Guaraná Ice, já retirado do mercado (eu fiz um estoque e mantenho algumas caixas na minha casa, mas elas não duraram muito, prevejo).

A experiência de beber tal concocção é inigualável, não apenas pelo sabor inicial (guaraná com laranja) mas também (principalmente) pela sensação que procede e que dura vários minutos, tanto mais intensa quanto mais volumosa.
Quando beber minha última latinha e a garrafa sair do mercado (como todas as coisas boas do mundo), terei que improvisar uma vodca com infusão de TicTacs sabor laranja e guaraná.

Antes que reclamem das minhas contas, as porcentagens acima contêm dízimas periódicas (equivalente numérico para 1/3 vodca, 2/3 refrigerante), mas mesmo que não fosse esse o caso, eu chutaria que 0,001% do que eu bebo é poeira que cai dentro do copo enquanto ingiro minha bebida.
Eu não uso gelo, preferindo usar líquidos sempre o mais gelado possível e insistindo que minhas vodcas mantenham domícilio permanente dentro do congelador.

Por enquanto é isso.
Bem-vindos ao Onde comer (e beber) em Natal.