Luna Rossa

Local: diabo é quem sabe. Fica num beco sombrio no Alecrim, perto do Banco do Brasil, quase (mas nem tanto) na rua da feira.

Telefone: (84) 3213-9327

Horário: nunca fui antes das 19, não acho que abre para almoço.

Estacionamento: só na rua, sem flanelinha.


Fui lá ontem pela última vez.

Antes de mais alguma coisa, uma descrição do estabelecimento com comparação temporal:

Da primeira vez que fui, haviam seis mesas (um número confortável para o espaço), um garçom, a dona (italiana legítima), o dono (natalense legítimo) e a onipresença de um condicionador de ar que tudo gelava.
Da última vez que fui, haviam vinte e duas mesas (costas de cadeiras opostas se tocando, impossibilitando a passagem), dois garçons e calor, MUITO calor. E pela primeira vez na história da minha frequência de visitas ao local, vi um atendente pela segunda vez. Garçons ali nunca duram uma segunda passada.

Meus amigos me levaram lá pela primeira vez dizendo que a pizza (tamanho único) era ótima, valia a pena os trinta e tantos reais que custa e eu comprovei que a cerveja estava de adormecer os beiços e eu imediatamente inclui o local no meu rodízio de restaurantes.
Ontem eu levei minha namorada, uma amiga dela e meu pai e adicionei o ambiente à minha lista de Quarentena (período de pelo menos dois meses sem consumir no local, seguido por uma visita probatória onde, no caso de permanência das condições que deflagaram a quarentena inicial, Quarentena Eterna é declarada e o lugar vai para a Lista Negra).

Por funcionar na garagem da residência do casal, tendo sido apenas parcialmente modificada para comportar um balcão, um banheiro (unissex) e uma prateleira para pratos, pude ouvir claramente o filho da casa matando seus inimigos costumeiros com suas armas preferidas em seu console eletrônico.
Ontem tudo o que pude ouvir foram reclamações do serviço (que nunca foi bom, devido à volatilidade de permanência dos garçons, mas dessa vez estava sem condições) e uma zuada louca de muita gente falando muito alto ao mesmo tempo num lugar muito pequeno.

Ao adentrar pela primeira vez, escolhi uma mesa e ali me estabeleci confortavelmente, contando com a presença de meus dois amigos e um casal numa mesa vizinha.
Noite passada eu pedi lugar para quatro e fui direcionado a uma mesa que seria arrumada. Apenas quando meu pai chegou, dez minutos mais tarde, fui informado que não existia uma cadeira extra vaga e ficamos quatro numa mesa para três, até surgir uma cadeira do outro lado do restaurante, o que não é geograficamente muito distante, mas praticavelmente a quilômetros de distância, pois a insistência em colar cadeiras opostas, tornado-as adjacentes, criou efetivamente um muro antipassagem.

O atendimento é caótico quando mais de duas mesas estão ocupadas, porque nenhum garçom dura mais de uma semana lá e são todos, aparentemente, novatos na garçonagem.
A dona, a italiana, é muito sorridente mas igualmente inútil.
Se você pedir um copo para ela apenas pela proximidade dela com a estante de copos, ela vai lá dentro, arrasta alguém para fora e faz com que você peça o copo para essa pessoa nova, que está no momento com olhos arregalados e respiração ofegante, como se arrancada à força de uma situação calma e corriqueira, como um passeio pela vizinhança, e jogada, tão forçadamente quanto, em uma situação estressante e estranha, como estar sendo interrogada sobre o paradeiro de receptáculos de líquidos feitos de sílica por um completo desconhecido, enquanto firmemente imobilizado pela gola da camisa por uma mulher bronzeada demais que fala sem fazer uso de acentos e numa melodia totalmente errada.
Isso tudo com um sorriso tatuado no meio de uma cara imensa cor de chocolate. A não ser que algo a desagrade (como um cliente dizer que a pizza está demorando ou que a conta veio errada), que faz com que o sorriso desapareça mais rápido que eficácia de homeopatia em testes científicos sob rígido controle duplo-cego e controle.

A resposta que se ouve com frequência é “êssâ nâo ê ûmâ pîzzâ fâcîl, vâî âô fôrnô três vêzês!”
Quando não sorrindo, a italiana é muito grossa e arrogante, nunca admitindo que algo não esteja perfeito.

Ontem minha pizza demorou uma hora e quarenta minutos para sair, sem nunca terem me avisado que demoraria além do normal (sequer me disseram que faltava uma cadeira na casa, não me admirei muito quando perguntei e ainda tinham três pizzas na frente, num forno que só comporta um disco por vez).

A pizza de lá é realmente a melhor de Natal, sem dúvida.
Desde que não esfrie.
Quando a pizza do Luna Rossa esfria se torna possível cobrir um circo ou rebocar carros atolados com ela.

No começo, os frequentadores eram as pessoas que eram levadas lá pelos amigos, pois o lugar é impossível de descrever e o caminho mais difícil que chegar ao pé dum arco-íris. Hoje, com fama gerada por boca-a-boca, qualquer matuto endinheirado vai lá comer, apesar de todas as madeiras da casa (mesas, cadeiras, caibros, taliscas, estantes, balcão, molduras, portas, portões e a cara da dona) serem provenientes de árvores da espécie Merdius sylvestris, o que confere um odor (forte) bastante particular ao refeitório.

Ou tenta, porque movido pela ganância de querer ganhar mais dinheiro sem gastar um centavo em reformas, a dona mais que triplicou o números de assentos disponíveis, sem levar em consideração relações simples como espaço disponível X espaço ocupado, BTU’s X calor corporal, quantidade de pizzas pedidas X quantidade de pizzas que podem ser feitas por vez (1).

Eu não vou mais lá, nem depois da quarentena.

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47 Respostas para “Luna Rossa

  1. voc~e é um babaca com um pedaço de cu no lugar da lingua e um toco de merda no lugar do cérebro

  2. babaca!

  3. pseudo jornalista frustrado e pior ainda, critico gastronomico incompetente que outro sabor não sabe reconhecer se não o da sua imensa frustração, (se autodefine curioso: que ofensa aos curiosos!!)a demonstração é que se esconde atrás de um mísero blog de periferia de provincia. Atento: critique o produto e muito cuidado ao falar das pessoas….. espero que não volte realmente e se voltar, SE APRESENTE !

    • Aparentemente você não sabe ler que preste: nem aspiro a jornalista nem a crítico gastronômico.
      Meu blog é tão de periferia de província que já é a segunda vez que por aqui você passa.

      Não gosta de críticas, feche as portas ou melhore o atendimento.
      Melhor ainda, esconda a mal educada da sua esposa que não sabe tratar os clientes com respeito.

      E eu realmente não voltarei ao seu estabelecimento, pois por melhor que seja a comida, o ambiente é péssimo.
      Eu me apresento, meu nome está por todo o blog e um mínimo de pesquisa revela que eu sou, incluindo fotos.
      Você é que se esconde atrás de pseudônimos e emails obscuros.

      Vire um homem e crie coragem para encarar seus críticos, porque do jeito que você está se apresentando e com a mulher que tem, é notório que não é você que usa as calças em casa.

      Outra, se você for na verdade o filho dos donos, o mesmo vale para você, seu emozinho ridículo.

  4. Igor, negrinho.
    Sou sim o filho deles, o que estava matando pessoas no meu console eletrônico, haha, que ridículo…
    Infelizmente, téns de admitir que esse artigo resume toda a sua incompetência quanto à “almejar” ser jornalista, além de ser a primeira crítica negativa a um lugar, que mesmo dispensando de investimentos consideráveis dos meus pais, consegue-se encaixar no que os mais renomados críticos gastronomicos de Natal (e não só), definem como rota para ter uma boa noite em companhia das próprias familias, uma garagem que compete todo ano como melhor restaurante e/ou pizzaria da cidade.
    Obviamente, você, na sua ignorância, jamais deve ter saido dessa cidadezinha, não sabe o que é um pub inglês, uma cervejaria alemã, ou até mesmo uma verdadeira “Trattoria” Italiana, lugares de carácter familiar que conseguem apenas alcançar a satisfação dos clientes, graças ao trabalho dos donos, o que tornaria-se inviável se feito por outras pessoas sem experiência, e, como você fez questão de ressaltar, nessa sua pseudo-crítica de garotinha de quatorze anos frustrada com a vida (acredite eu já li blogs de garotas chorando pelo fim de um relacionamento adolescencial com mais propriedade ortográfica e gramatical) a comida é simplesmente ótima, tanto que, em três anos desde a abertura, apenas ouvimos uma crítica ruim.
    Engraçado, o momento em que mostrei sua cara de chocolate/madeira (devidamente pesquisadas na WikiPedia) para minha mãe, que a proposito é bronzeada, graças ao bom gosto que ela tem pelas praias natalenses e não por ter nascido assim, ela lembrou que após suas lamentações sobre detalhes infímos, passou a tratá-lo de maneira diferente, talvez sim, com arrogância, pois o restaurante nunca teve problemas com pessoas do seu tipo.

    Nos meus dezessete anos, sei falar três linguas fluentemente e jamais tive problemas nem com crianças criticando meu sotaque, bom saber que existem acéfalos que fazem questão de digitar isso no próprio blog.
    Outros pontos em que você fez questão de “forçar” sua crítica sem ter nenhum excito, foi falar que já tivemos seis mesas, o que NUNCA aconteceu.
    Se quiser ser, realmente, jornalista e não apenas um “wannabe”, apresente sua opinião para melhorarmos os defeitos do restaurante de forma concreta e bem formulada, não fale sobre a cor da cara da dona, nem sobre o barulho de armas disparando, na televisão (todos sabem que além de um restaurante é uma residência) pois eu teria vergonha em ser seu conhecido ler essa crítica infeliz e, principalmente, fale na frente, não atráves de um blog com cara e nome de “fake”.

    Espero que algum dia, consiga alcançar seu sonho, formulando idéias atráves de palavras e não “lamentos” ter a competência necessária para falar sobre um lugar onde não apenas “matutos endinheirados” gostam de comer, mas sim, boa parte das pessoas que os seus contêrraneos elegem para representá-los no governo, além de jornalistas competentes e famílias digníssimas.

    Um abraço, aprenda.

    • Bicho, sério, você escreve muito bem mas realmente não consegue interpretar um texto.

      Eu não almejo ser um jornalista. Não por falta de condições, mas por falta de vontade.
      Eu escrevo o que quero sem depender de esmolas e favores de donos de restaurantes. Não me importa se você gostou do que eu escrevi porque eu não pretendo voltar ao seu boteco.

      Você diz que eu não conheço o mundo, mas isso apenas me daria armas melhores para atacar sua ínfima reputação de restaurantezinho de província.

      (…) ela lembrou que após suas lamentações sobre detalhes infímos, passou a tratá-lo de maneira diferente, talvez sim, com arrogância, pois o restaurante nunca teve problemas com pessoas do seu tipo.
      Além de mentira, pois ela não teria como me reconhecer por um fato que não ocorreu, isso também é mais uma prova de que ela não sabe lidar com clientes.

      Outra: me achou no wikipedia? Sério? Vou me procurar lá.
      Aviso: tem um ator pornô gay com o mesmo nome que o meu mas que (acredite ou não) não sou eu. Cuidado ao pesquisar “igor santos” no Google imagens.

      Mais: você pode falar seis mil línguas. O atendimento aí vai continuar sendo uma porquera.

      Mesmo que eu seja um fake, meu blogue está aqui e aqui permanecerá com a minha opinião real da pizzaria da sua mãe.

      Abraços.

    • Matt, esta “cidadezinha” de “negrinhos” abrigou sua família e deu-lhes oportunidade de crescer em espaço e conceito. Infelizmente nossa “cidadezinha” ainda abre as pernas para gente com moeda forte, mas italianos aqui nunca foram e nunca serão bem vindos.
      Se possível, retornem para Roma.

  5. guilhermeatencio

    Charles, não conheço esta pizzaria , mas seus dois primeiros comentários já mostram que você pode ter muita instrução, mas não tem o mínimo de educação.

  6. Guilhermeatencio:

    O Charles é apenas um apelido fake da conta que meu irmão de quinze anos criou, após ter pesquisado sobre a pizzaria nessa amanhã, meu pai jamais falaria algo assim, se tenho educação e sei me expressar com facilidade é graças a ele, jamais ele escreveria aquilo, ou até mesmo se daria o trabalho de fazer o que estou fazendo num blog de um desconhecido.

    Enquanto ao resto, Igor, eu realmente não quero que você apague, é sua opinião, e deve ser respeitada, apesar de eu achar que foi totalmente inapropriado, você ter falado algumas coisas, concordo com o fato do atendimento não ser um dos tops de Natal, infelizmente é muito difícil conseguir achar garçons experientes na cidade, mas garanto, que meus pais estão trabalhando para agradar os clientes nesse sentido também.
    Mas ok, sem mais.

    Abraço, espero esteja tudo mais claro agora.

  7. Antes de tudo, Guilherme, o “Charles” é uma conta com que meu irmão de quinze anos criou para comentar, obviamente, dispenso dizer que ele não faz parte dos negócios do restaurante, apenas sentiu-se ofendido, justamente, pelas críticas infundadas do seu colega/amigo.

    Igor, quem tá tendo dificuldades quanto à interpretação, é você, primeiro, você disse que com um pouco de pesquisa seria fácil achar sua foto e eu a conseguí num dos seus blogs, uma que você está de chapeu, se não for você, (o que acho difícil, pois minha mãe o reconheceu sem exitar) o aconselho de trocá-la, pois vou lhe dizer, agora estou em dúvida se realmente essa pertence à esse ator gay, dada a postura do individuo naquela foto, mas também o fato daquele blog estar situado nos favoritos desse e o autor ser de Natal, me faz crer, fortemente, que é você.

    Jamais falei que achei você na Wikipedia, preste atenção e leia melhor, apenas estava me referindo ao nome da arvore que você, com toda certeza, deve ter pesquisado, já que a informação errada, mesmo sendo ou menos sarcástico (e infeliz) citando-a.

    Realmente incrível saber que tem gente que para no meio da rua, para investigar sobre nome de lojas, que erra cálculos matemáticos de primeira série, pois JAMAIS tivemos seis mesas inclusive, há várias reportagens (como a da Deguste, da Veja, da Tribuna do Norte do Diário de Natal, algumas até acessiveis atráves dos sites) dos primeiros meses do restaurante, para qualquer um que acessar o blog, ver e perceber, como você faz questão de colocar informações totalmente erradas, para difamar na falta de argumentos.

    Infelizmente, sinto pena, não irei mais responder, tenho muito mais a fazer, divirta-se com seus infinitos blogs, verdadeiras demonstrações de quanto alguém pode ser frustrado com a própria vida, ao ponto de criticar, estrategicamente, seguro atrás da telinha do próprio computador, sem expor fatos concretos, ou até mesmo a cara, já que, pelo que entendi, nunca fez questão de reportar suas críticas para os garçons ou donos.

    A proposito, mostrei isso para meus pais, de noite, rendeu boas risadas para todos, principalmente o fato de você tê-la feita com tanta seriedade, fica para lição para todos os internautas, que tentarem fazer críticas sem ter um mínimo de noção do que se está escrevendo/digitando.

    Não responderei mais, já dá pra perceber que está na recuada, sem mais argumentos e/ou idéias sobre como defender-se das suas próprias afirmações.

    Amadureça, quem precisa virar homem é você e não um garoto de quinze anos.

    Sem mais.

  8. Daniel Gomes

    Sou puto com italianos que vêm para Natal!
    Vi a foto deste restaurante na “conceituada”revista Degust, e a primeira impressão do “pitoresco” restaurante de garagem foi de armagar! Disse para a minha família frequentadora do estabelecimento: Eu é que não vou nessa porcaria!
    Se a cantina é tão boa, volte para Itália, vá viver lá, junto com a cambada de vagabundo de seu País que vem para Natal, prostituir nossas garotas, como dizia o grande Miguel Mossoró!
    Vamos prestigiar a cozinha de nossa terra, nossa região, Camarões , Mangai, etc….

  9. Sou negro e costumeiro frequentador deste restaurante. Apesar de concordar com alguns comentários do blog, gosto da comida. Porém, após os comentários dos proprietários, vi que, por causa da minha cor, não sou bem aceito no estabelecimento. Repudio veemente esses comentários preconceituosos e nunca mais irei a este lugar!

  10. Bem,

    Adoro a ir a restaurantes diferentes, o que é dificil encontrar em geral no Rn, porém ao ver uma cronica ou podemos dizer um comentario sobre determinado restaurante..
    vc cria a duvida, sera que isso é verdade ? e te leva a tentar conhecer o local para comprovar se aquilo tudo realmente é verdade..

    porém ver o dono do local, postando 2 comentarios apenas com frenesi e outras coisas mais.. acho que não precisa ir tão longe para perceber que a critica foi bem postada..

    Entra na Quarentena como diz o Autor. e quem sabe não sai nunca mais.

  11. Como se precisasse, vou repetir: a pizza de lá é a melhor que tem, jamais falei mal da qualidade da comida.
    Apenas eu não vou mais lá. Quem quiser ir, no entanto, tem a minha bênção.

  12. Igor, eu sugiro que você procure a polícia para tratar desse caso… Senão, eu mesmo o farei… Pois, uma coisa que não se pode tolerar, de forma alguma, é racismo… E esse rapaz, que se diz tão culto e se mostra tão aguerrido em defender o negócio da família, ainda insistir nesse preconceito odioso é mais do que lamentável: é crime!

  13. Não conheço o lugar (mas só pelos comentários idiotas do filho *Playboy* do dono do restaurante e pelo RACISMO descarado) não vou, nem irei!

    Racismo é crime! denuncie!

    Coitado dos seus pais Charles, se o serviço era ruim, agora você piorou ainda mais a imagem do estabelecimento.

  14. Descobri esse blog hoje e, para mim, foi um achado. Igor, sua habilidade com as palavras é incontestável e suas críticas, quando não endossadas pelo leitor, arrancam ao menos umas boas risadas. Ávida por novas críticas, revirei todo o arquivo do blog e acabei chegando aqui.
    Já fui ao Luna Rossa uma vez e gostei bastante da pizza. Era um dia tranquilo, o restaurante estava calmo e o atendimento não me chamou a atenção nem por ser péssimo, nem espetacular. Saí de lá com uma nota mental de retornar ao estabelecimento outras vezes.
    Infelizmente, depois de ler a reação agressiva do filho do dono do restaurante, afirmo com toda a certeza que NUNCA MAIS irei lá e direi a todos os meus amigos para que também não mais o façam. Comunicarei a todos que o recinto é dirigido por pessoas racistas, esnobes e que não têm o menor respeito com os clientes.
    Espero que este ítalo-brasileirinho petulante aprenda que é da educação que se colhem os melhores frutos. Não é tarde.
    Um abraço.

    • Roberta, é sempre bom ler o que pessoas acham do que eu escrevo, tanto bom quanto ruim.
      Mas quando leio um comentário bem escrito e ainda por cima me elogiando, fico todo orgulhoso e sorridente.

      Obrigado pelas visita e pelas palavras.
      Volte Sempre!

  15. Peter Parker

    Prezado Igor, não conhecia seu blog, conheci hoje. Tava pesquisando suas dicas muito satisfeito, até que encontrei isso aqui. Pelas caridades (como diria Parêa, do Mangai)?!?! Dois comentários: 1 – o blog está ótimo, parabéns!; 2 – deixe as polêmicas pra lá (acho que você deu atenção demais ao boy). Um abraço.

  16. Perdi toda e qualquer vontade de ir unicamente por causa do comentário do “filho”. Que gente BAIXA!!! Deus me livre.

  17. Apesar do mau serviço, pessoa tão arrogante e mau educada quento esse tal Charles ( o príncipe teria um infarto com a educação do tal homônimo ) me indica realmente que devo passar longe de tal estabelecimento. Graças a este blog de períferia de província não gastarei meu tempo e dinheiro na minha próxima viagem a Natal. Sou do interior de SP e não seria agradável ir tão longe pra ser maltratado em uma possível ( e provável ) reclamação. Parabens ao blog.

  18. Crítica ácida e ferina, mas denota o exato momento de incontentamento do cliente, que, de fato, pode acontecer com qualquer um em qualquer recinto, depende do dia, das pessoas, do lugar, TPM, sei lá, são inúmeros fatores que tonão o Sebosão o melhor da noite como pode fazer do Camarões um antro…

    Já fui lá algumas vezes, apesar de ter mudado muito a quantidade das massas que vinham bem servidas antes. Gosto do molho, muito! Mas realmente se estiver lotado, leve um pacote de salgadinho para beliscar.

    Não aceita cartão. Só cheque e dinheiro. Vale a pena esperar se estiver sem muita fome. Porém, porém… depois do que li aqui, eu como também já rodei este pequeno grande mundo sem fronteiras, nunca tinha visto uma resposta à crítica de forma tão baixa, caluniosa, grotesca e sem sentido como o absurdo que li aqui, caraca!! PQP (perdões pelo baixo calão), mas perto dessa perrenga, acho que se encaixa perfeitamente aqui.

    Estou com nojo, não mais o indicarei, e olha que nem negro eu sou, imagina se fosse…

  19. Jamais presenciei tamanho racismo em palavras que não contestaram em nada a bela crítica feita pelo Igor. Ano retrasado eu fui a esta bodega e queriam me cobrar R$ 5,00 por um copo de suco de laranja. Engraçado, só lembro deste lugar por causa disso e não por qualquer outro bom motivo que tenha me levado até lá. Assim como os colegas falaram, eu não retornarei, em razão de ser contra qualquer forma de preconceito, seja por racismo ou por xenofobia. Engraçado, nossa “cidadezinha”, como foi citada pelo indivíduo acima, vem sendo a uma grande fonte de RIQUEZA desses retirantes e nômades italianos.

  20. nossa tantas criticas!!!! esse restaurantes foi uns dos melhores que já trabalhei hem natal, ois donos são muitos legaes , o tempo que fiquei tiver uma mãe e um pai sinto saudades ….

  21. hum olha ja trabalhei e trabalho nos melhores restaurante de hoteis de são paulo!!!!!!!

    • Você trabalha nos melhores restaurantes de São Paulo? Em todos eles? Puxa, que máximo. E são quantos? Dá tempo? Como você se locomove entre tantos empregos? Os donos não se importam?
      Agora, a pergunta mais importante: o que isso tem a ver com o Luna Rossa ser administrado por uma mulher mal educada?

  22. guilhermeatencio

    Quase três anos depois, esse post ainda rende…
    O lugar ainda existe? Mudou alguma coisa?

    • Um amigo meu foi lá no fim do ano e disse que a dona continua grossa e desrespeitosa mas pelo menos ampliaram o espaço. Que continua lotado.
      Natalense é a proverbial mulher de mecânico.

  23. guilhermeatencio

    Que regionalismo interessante. Aqui chamamos de “mulher de brigadiano”, sendo o brigadiano o que faz parte da Brigama Militar.

  24. Nossa, finalmente alguem q tambem foi vitima, digo, cliente daqueles ignorantes e mal educados como eu fui, tudo isso é verdade pq aconteceu comigo e nao recomendo a ninguem !

  25. ‘negrinho?’ kkkkkkkkk, não podem ter dito isto de verdade… XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX É perigosa, além de criminosa uma manifestação racista de alguém com qualquer idade que ofenda ou defenda quaquer coisa. XXXXXXXXXXXXXX

  26. Acessei o google para pedir uma pizza no Luna Rosa, e me deparei com tanta coisa triste,Sem comenários.Sempre fomos bem tratados lá, vou buscar a Pizza de Margherita que é uma delicia.Mesmo que não gostassemos, temos mais o que fazer do que jogar numa rede comentários que geram outros e por aí vai a coisa.Pode se criticar sem ofender,simplesmente fazendo um boca a boca, é claro que todo filho defende seus pais.Independente de qualquer coisa, não julgues para não ser julgado.Sugiro voltarem por lá.A PIzza é a THE BEST.Pax para todos.

    • Indiscutivelmente a pizza de lá é excelente, como eu já frizei algumas vezes, mas nem a melhor comida do mundo justifica a má educação e péssimo gerenciamento dos donos.
      Eu não vou premiar o mau comportamento com o meu dinheiro.

  27. Marcos Vieira

    frequento o restaurante desde ano passado depois da reforma… mal consigo acreditar que tao se referindo ao msm Luna Rossa em que eu levo minha familia… sempre fui bem atendido… e acho a dona Luna muito simpatica e atenciosa, alem da comida que dispensa explicações. Pelo jeito as coisas mudaram e ja se passaram varios anos da sua critica, acho que devia dar uma conferida novamente… abçs!

    • Marcos, obrigado pelo comentário, mas eu temo pela minha saúde. A reação que causei me indica que não sou bem vindo lá em nenhum momento. Infelizmente, pois como já afirmei, a comida lá era realmente excelente.

  28. Sinceramente, estou perplexa, com o baixo nível de argumentação do “filho proprietário”, e ainda, acrescenta que fala fluentemente 3 idiomas,
    Cláudia

  29. A última vez que fui ao Luna foi em 2009. A pizza estava muito boa, como sempre, mas o atendimento deixou muito a desejar, o que me fez esquecer o lugar por uns tempos. Lembrei ontem, porque passei por perto, e resolvi que nos próximos dias daria outra chance ao restaurante, já que muito tempo se passou e as coisas poderiam ter mudado. Devem ter mudado, né? O atendimento, diante de tantas críticas, deve ter melhorado. Mas eu não “conhecia” o “filho dos donos” e nem tinha ideia da personalidade destes (ele disse que todos riram com a crítica), até ler isso aqui. Essa (a personalidade) certamente não mudou. A melhor pizza do mundo não seria capaz de me convencer a frequentar um lugar de pessoas assim. Vou esquecer novamente de ir, mas dessa vez lembrando o porquê.

    • Keyla, personalidades não mudam. Sem dúvida a dona também continua impermeável a críticas. Repetir o que eu descrevi (falar mal de um cliente insatisfeito no minuto em que ele sair pela porta) é só uma questão de tempo.

  30. Primeiramente, parabens pelo Blog ! Muito interessante. Sou muito antenado na culinaria natalense e nao sabia a existencia daqui. Fui este domingo, pela primeira vez ao restaurante LUNA ROSSA, por recomendaçao de um amigo que, julgou ser, a melhor pizza de Natal. Infelizmente o cidadao nao soube me explicar e, entao, fui procurar no Google. Quando me deparo com seu blogo explicando onde era o local : DIABO É QUEM SABE !! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Ri muito, mas consegui encontrar o local.
    Primeiramente me admirou os preços. É um restaurante CARO, mas que nao tem cacife e estrutura para cobrar tanto. É um ambiente simples, pequeno, com 1 ou 2 garcons e só. Fui bem atendido, nao estava lotado, a pizza nao demorou a chegar, porem… porem… O Sabor nao me agrador. Tinha um gosto estranho e nao estava “quentinha”. É apenas mais uma pizza qualquer de Natal. Foi UMA pizza, 1 refrigerante, uma agua e deu mais de 50 reais. A dona foi muito simpatica comigo, tanto que a minha conta ficou uns trocados mais baratos, para arredondar e ela nao precisar me dar troco. Nao valeu a pena e nao mais voltaria lá, apenas por nao ter gostado da culinária. Mas depois de ler aqui o que o filho desta senhora postou… nao volto la NUNCA MAIS e nem recomendo a NINGUEM !
    Resumindo, é uma pizzaria qualquer, só de ter “franco com catupiry” no cardapio, ja perdeu a raiz italiana pra mim e o preço é alto, a julgar pelo conjunto da obra.
    Pizzaria 100% Italiana pra mim é o TOMATINO ! Melhor pizza italiana que eu ja comi aqui em natal e uma das melhores da minha vida. A pizza é absolutamente deliciosa, o preço é ABSURDAMENTE BARATO ! ( coisa de 16 a 25 reais por uma pizza media ) E só pelo cardapio é possivel notar a raiz italiana. O PROPRIO DONO serve as mesas e a unica ressalva é que lá só aceitam dinheiro, mas pela pizza e pelo valor, nunca foi um problema.
    Caro IGOR, aconselho que prove dessa iguaria e poste uma critica aqui no seu blog, boa ou ruim, ficarei feliz em lê-la.
    Fica na rota do sol, antes do posto.
    Um abraço.

    • Renan, agradeço pela dica. Acho que irei lá semana que vem.
      Meu blogue, infelizmente, anda parado (continuo saindo, só esqueço de anotar e escrever resenhas) mas como a procura continua grande, vou tentar voltar a produzir.

      Obrigado pela visita.

  31. Igor, um conhecido me indicou esse lugar. Procurando-o, na intenção de conhecê-lo, encontrei seu blog. Parabéns pela sua forma direta, simples e corajosa de dizer o que sentiu, fatos esses confirmados por muitos. E NOTA ZERO aos proprietários, que passam longe da palavra HUMILDADE, E ACEITAR CRÍTICAS, que, no meu modesto entender, são construtivas, porque vc não demonstra nenhum interesse em “derrubar” o estabelecimento. Vc. falou como consumidor, tem todo o direito de dizer o que vc acha e o mínimo que eles deveriam fazer era pedir desculpas e te convidar para outra visita e obterem sugestões às suas críticas. Essa seria a visão de um empresário que efetivamente se preocupa com a opinião de seus consumidores. Não é comum pesquisar os estabelecimentos antes de frequentá-los, mas eu procuro, antes, dar uma olhada na Net. Claro que JAMAIS irei a um local onde há racismo, má educação, desrespeito com quem os sustentam (seus clientes). Não saio de casa para gastar meu dinheiro em local onde vou ser mal tratado, por melhor que seja a comida. Especialmente com comentários com palavras baixas como esse “menino educado” usou. Lamentável. Conheço restaurantes de vários países, inclusive da Itália, e os melhores que eu conheço são os que se tratam bem seus clientes, sabendo da importância que eles tem. Humildade nada tem a ver com “pobreza”, pois são restaurantes riquíssimos, com pratos na faixa de US$ 200,00, mas que sabem atender os clientes, respeitá-los e, principalmente, ouvi-los, e não sair xingando-os… Saimos de casa para comermos bem e em lugares agradáveis (inclusive quanto à temperatura, que, no mínimo, deve ser amena), conversar com as pessoas queridas, dar risadas, e nunca sermos mal atendidos, com pessoas que se dizem educadas só porque sabem falar correntemente três idiomas (eu, particularmente, falo quatro, mas nem por isso maltrato ninguém, por nada desse mundo…). Para comer pizza e massas há diversos bons restaurantes e até quem venda massas semi-prontas, com molhos espetaculares. A melhor comida se torna a pior quando se é mal-tratado. Para mim, QUARENTENA ETERNA, LISTA NEGRA. Meu dinheiro, nem que seja o último restaurante da cidade eles irão ver. Vou retornar ao conhecido que me indicou para ele se preparar, se ele ainda quiser frequentá-lo. Parabéns pela sua coragem e te peço: não pare de visitar e dar suas opiniões dos restaurantes dessa cidade tão acolhedora para com aqueles que resolvem mudar de cidade e até de pais para recomeçar aqui. Abraço.

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