Local: lado de fora do hotel Golden Tulip, na esquina da avenida Getúlio Vargas (Ladeira do Sol) com a rua Des. Dionísio Filgueira (continuação da Afonso Pena), Petrópolis.
Telefone: (84) 3202-5478
Horário: não tenho certeza, mas acho que abre às 16 e fecha às 22h, todos os dias (ontem estava aberto). Preciso confirmar.
Estacionamento: algumas vagas na entrada do hotel, mas raras e problemáticas, melhor parar na rua mesmo, sem flanelinha.
Sempre que eu vou lá eu peço algo diferente e tudo até agora foi excelente, exceto um café mexicano, que vem com chantilly e licor de café (é de se pensar que incluisse tequila, não?) e um brownie que era só secura. Mas eu reclamei deste e quando fui ontem eles me deram uns pedacinhos para eu provar da nova receita e estava ótimo, bem molhadinho.
Eu recomendo especialmente o ganache (um café-com-leite-e-chocolate que é orgástico) e os quiches, todos ótimos.
O preço é médio-caro. Cada visita minha me custa mais ou menos vinte reais, mas a comida é boa mesmo e as beveragens são muito ótimas.
Um dos melhores atributos de lá é a consistência. Se você gostar de algo num dia, pode ir outra vez sabendo que vai comer exatamente a mesma coisa.
Os frequentadores são os hóspedes do hotel e os moradores dos prédios vizinhos. De maracatu/tabaréu/mundiça até agora só um dono de banda de forró que foi com seus asseclas discutir um show no interior e um cara que não sabia o que era um capuccino, mas nenhum constrangimento nem afobação por enquanto.
O diferencial de lá é o V; vista, vento e visual.
Fica no alto da Ladeira do Sol, sem obstáculos obstruindo a paisagem, a não ser por uns dois coqueiros que não exatamente tapam o mar, mas até ajudam a compor a cena.
Lá é sempre ventilado e é um ótimo lugar para se ir num dia quente não-chuvoso (há uma área coberta, mas é pequena e não garante proteção contra chuvas naquela brisa dali).
O visual do lugar é bem trabalhado. Cada mesa conta com um botão de rosa todos os dias.
Até os copos, todos eles, são especiais, com designs diferentes e os guardanapos vêm entre um pratinho e um pires, para não voarem (nunca vi uma idéia assim mesmo em lugares ultraventilados, vindo os papéis sempre em algo que os possibilita voar livremente pelo mundo).
Os garçons são treinadíssimos e sabem as preferências dos frequentadores já na segunda visita e estão sempre sorrindo e a conta vem detalhada numa letra belíssima, coisa de alguém que se esforçou muito para escrever com aquela delicadeza.
Ah! E eles SEMPRE perguntam se você quer uma nota fiscal! Em quantos lugares isso acontece?


merece uma foto.
Bom, trabalho na Sápida, e adoramos o comentário que você fez. Nesse mercado louco de competitividade, é difícil a obtenção de êxito, é preciso muito trabalho, muita dedicação… e é isso que Silva, a dona do café, procura repassar pra gente. Atender aos clientes com sartisfação, anteção, alicerçado por uma comida de qualidade e saborosa, sempre buscando o bem estar das pessoas que visitam o Café, tem sido algumas das nossas preocupações. E quando vemos esse tipo de commentário, ficamos mais felizes ainda. A equipe Sápida agradece com todo coração! Abraços…
aumentou minha vontade de ir lá!
essa semana devo me dar esse prazer!
Devo ir lá conhecer, especialmente, porque se dispõem a fornecer a nota fiscal sem que a gente precise implorar. Sou servidora pública e isso paga meu salário, além de beneficiar instituições diversas. Pena que raramente as pessoas pedem note fiscal.
Passei 38 dias em Natal e hospedei-me no Golden Tulip por duas vezes. A Sapida, a Sílvia, sua família e funcionários, sua delicadeza tão bem retratada no comentário acima fazem toda a diferença. É um lugar deliciosíssimo, não só fui N vezes, como levei algumas amigas pra conhecer este cantinho tão gostoso. Os detalhes, o carinho, a organização, a presteza e a simplicidade da Sílvia fazem dela uma empresária nota mil. Parabéns!