Local: Rua Padre João Damasceno, 1492, a primeira rua a direita de quem vem do Machadão pela Romualdo Galvão (quase na esquina), Lagoa Nova (não é o prédio mais óbvio da rua, mas é fácil de achar).
Telefone: (84) 3206-6001 (com entrega)
Horário: de terça-feira a sábado, das 11:30 às 22hs e domingo e feriados das 11:30 às 17hs.
Estacionamento: interno, surpreendentemente grande e, com sorte, sob alguma árvore, ou do lado de fora na rua, sem flanelinha (até onde puder constatar).
Local: Apodi, numa galeria chamada Galpão 479, quase esquina tanto com a Prudente de Morais quanto com a Campos Sales, Tirol (no panfleto tem Petrópolis, mas ali já é Tirol).
Telefone: (84) 9989-8106 (sim, é um celular e sim, também achei estranho)
Horário: de segunda-feira a sábado, a partir das 16hs (sem hora para fechar) e domingo das 12 às 16hs.
Estacionamento: na calçada recuada da galeria Não sei se com ou sem flanelinha pois fui no domingo e nem guardador de carro trabalha domingo em Natal.
Eu me propus, agora vou ter que cumprir.
O ganhador da enquete (clique aqui para ver o resultado) foi a pizzaria Papito’s, que é especializada, não em pizzas, mas em rodízio. Que custa seis e noventa. E dá refrigerante grátis.
Da próxima vez vou restringir a votação em um voto por IP.
Como na votação direcionada “restaurante fino” empatou com “pizzaria” e a única sugestão correspondente foi o Metropolitan Bistrô, irei lá também.
Na última enquete recomendaram que eu colocasse os preços dos pratos (31%) e eu tenho tentado fazer isso de um jeito que não me dê muito trabalho (prefiro comer que ficar anotando preços do cardápio).
Uma pessoa foi bastante direta e escreveu “visite o Hikari”.
Por isso, nesta agora eu gostaria de recomendações de lugares.
Vocês podem votar em mais de uma opção, mas o que eu queria mesmo que vocês fizessem era usar o campo Other para escrever o nome de um restaurante (ou qualquer estabelecimento culinário não fechado pela Saúde Pública) que achem interessante que eu visite e teça meus comentários sobre. É totalmente anônimo.
Se quiser se identificar, use a seção de comentários abaixo.
Sempre lembrando, eu não me identifico. Chego, sento, como, anoto, pago e vou embora.
Se algum de vocês for o dono de um comedouro e quiser um artigo pago, meu endereço eletrônico está na aba Gerência e eu terei imenso prazer em acertar os detalhes da minha visita. =¦¤þ
Para inagurar a categoria receitas e complementar meu artigo sobre o Galeto do Bigode, vou começar com uma coisa simples: caldo.
Sério, poucas coisas podem ser mais simples (teoricamente, pelo menos).
Vejam só:
Ingredientes: água e ossos de frango assado. Modo de preparo: deixe os ossos dentro da água fervente por duas horas. Coar.
Pronto. Agora você tem caldo de galeto assado.
Como eu disse lá em cima, é muito simples mas porque está escrito aqui. Na prática, não é assim tão fácil.
Como uma receita sempre contém a seção “ingredientes” antes da seção “modo de preparo”, é possível esconder o fato de que obter ossos adequados não é tarefa das mais simples. Nem das mais limpas.
Desossar uma galinha exige paciência, destreza e muito sabão de coco para tirar o cheiro das mãos.
Eu uso esse tipo de caldo para cozinhar arroz (água com sal é muito anos 90 para mim) e sempre me agrado do resultado (especialmente quando o líquido está acabando e eu coloco alguns poucos mililitros de leite).
Mas se forem mesmo fazer isso, chequem o sal.
Uma dica interessante é quebrar os ossos maiores (coxas) para expor o tutano à água enquanto cozinha. Mais uma camada de sabor.
E não precisa ser só osso também, podem deixar passar um pedacinho da carne também.
— p.s. Um caldo é apenas uma representação refeitória; ou seja, é possível usar os mais variados temperos e até tendões e capas de gordura de animais e cascas de vegetais na mistura, pois só a infusão vai sobreviver à peneira.
E é essa “água modificada” que vai permitir que você coma um risoto (que é basicamente só arroz) sem achar que está faltando alguma coisa.
Local: Prudente de Morais, numa galeria na esquina com a Amintas Barros (a rua do Mangai), entre o Galileu e o Center Carnes. A frente é bem iluminada, dá para notar logo.
Telefone: (84) 3206-2551
Horário: de terça-feira a domingo, das 18hs até meia-noite, indo até 1 da manhã nas sextas-feiras e sábados.
Estacionamento: na calçada recuada da galeria onde se encontra, mas geralmente já quase cheio, com segurança (da casa), sem flanelinha.
Local: Alexandrino de Alencar, entre a São José e a Jaguarari, quase em frente ao Instituto Juvino Barreto (vulgo “Abrigo dos Velhos”), no meio-fio (se a descrição lembra muito essa outra, é porque são vizinhos).
Telefone: 3223-2936
Horário: sábado e domingo, das 9 às 16hs.
Estacionamento: apesar de farto, pois a maioria vai comprar andando e essa rua fica deserta nos fins de semana, desnecessário, porque galeto é para comer em casa. Alta rotatividade.
Local: o que eu conheço fica na Hermes da Fonseca, 890, entre a Maxaranguape (rua do hospital São Lucas) e a Apodi, Tirol, mas aparentemente há outro em Ponta Negra que eu não conheço.
Telefone: (84) 3222-0778 (entregam em casa)
Horário: de segunda-feira a sábado, das 11hs até às 14:30, resumindo depois das 18 às 22:30hs. Aos domingos, das 11 às 16, das 18 às 22:30hs.
Estacionamento: só na Maxaranguape, talvez até na sombra, com flanelinha.
Local: Rua Seridó, 515, exatamente no final da Campos Sales, no “largo do Atheneu” (que deixou de ser um largo quando construiram uma rotatória), Petrópolis.
Telefone: (84) 3212-1879
Horário: de segunda-feira a sábado, das 10:30hs até o último cliente.
Estacionamento: só na rua, com flanelinha, absolutamente caótico nos sábados a noite, depois da nove.
Local: Prudente de Morais, esquina com a Mipibú (na esquina oposta ao antigo Papa Jeriumum e do outro lado da rua da Unimed), 358, Petrópolis
Telefone: (84) 3212-3153 (entregam em casa)
Horário: das 11:00 às 15:00, segunda-feira a sábado para almoço e não faço idéia da hora noturna, pois nem sabia que tinha até revelar a foto da placa abaixo.
Estacionamento: só na rua, especialmente na Mipibú, se der sorte dá até para pegar uma sombra, sem flanelinha mas com segurança do restaurante olhando os carros.
Para efeito de esclarecimento (aprendi essa frase no cartório), eu não me proponho a ser um crítico culinário, apenas criei isto aqui como uma lista dos lugares aonde vou, dizendo porquê vou e o que gosto de comer lá.
Obviamente tudo aqui é minha opinião pessoal, pois não há como ser diferente; eu não posso dizer que uma comida é gostosa se eu nunca a comi (e se o fizer, dou crédito a quem disse).
Concomitantemente, se eu afirmar que algo é gostoso, minha palavra só se vale na mesma boca que a pronunciou e não deve ser considerada verdade absoluta. Por exemplo, eu adoro picado e detesto camarão; experiência empírica afirma que o mundo geralmente funciona ao contrário, mas eu tenho meu gosto pessoal e prefiro ingerir sangue talhado, glândulas e entranhas recortadas de animais fedidos a comer artrópodes marinhos, parente das baratas domésticas.
Dificilmente eu escreverei mal sobre um lugar porque, novamente, este blogue é uma lista dos lugares que frequento e recomendo. Há, claro, exceções, mas só achincalharei se o local realmente merecer.
Fora isso, só palavras construtivas.